Porque é que os livros bons acabam mal?

Desde que aprendi a ler que tenho lido muita coisa. Comecei com os contos infantis, depois “Uma Aventura”, “Triângulo Jota”, literatura “infanto/juvenil” e por aí fora até ao livro mais recente (“Tess of the D’Urberville”). Já li uma catrefada valente de coisas. Boas e más. Acho que com certeza, muito mais boas que más. Mas…

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“O Romance do Genji”, Murasaki Shikibu

ESTE POST É SOBRE UM LIVRO QUE EU NÃO FAZIA IDEIA QUE EXISTIA E PORQUE É QUE TODA A GENTE DEVIA LÊ-LO Eu não fazia ideia que este livro existia. As únicas coisas que tinha lido de autores japoneses foram o “Hagakure”, uma espécie de manual do samurai, a “Crónica do Pássaro de Corda” do…

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The Colour of Magic, Terry Pratchett

DESCOBRIR DISCWORLD 10 ANOS DEPOIS DE TER LIDO O PRIMEIRO LIVRO Terry Pratchett Descobri Terry Pratchett há muitos anos. Não me lembro como ou quem me falou dele. Comecei a ler o primeiro livro da colectânea do Discworld e… não percebi grande coisa. Ao reler o livro e ver as palavras sublinhadas e traduzidas percebi…

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O MINISTÉRIO DA FELICIDADE SUPREMA, Arundhati Roy

Pensei que a minha saga indiana do início de 2020 iria estar concluída com “Heat and Dust”, mas por obra do acaso, ofereceram-me o último livro da Arundhati Roy no aniversário. E ainda bem. Este é o segundo romance da autora 20 anos depois do “Deus das Pequenas Coisas”. Conta a história de Anjum, Tilo,…

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Joana vai à neve. O sku.

Sexta-feira, 12 de Janeiro de 2019. A noite era fria e cheia de horrores. Quem me dera! A noite era muuuito quente e eu não conseguia pregar olho. Presa numa quinta em Griesenau, lutava contra o edredão/cobertor/lençol. Uma peça polivalente que provavelmente funcionava melhor quando os alemães não tinham telhado nas casas. Não funciona, DE…

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Joana vai à neve: o início.

Tudo começou na cave do Ken. Bem, começou um bocado antes. No início de Outubro, o J., que me tinha recomendado o curso de ski, enviou um e-mail ao Ken. O Ken respondeu com muitos e-mails sobre como adicionar o Ken aos contactos para os e-mails do Ken não irem parar ao spam. Depois mais…

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“Ich bin (k)ein Berliner”. Parte I.

Quando John F. Kennedy disse “Ich bin ein Berliner” ele disse também “Eu sou uma bola de berlim”*. E é isto que importa. Quem é que quer saber do muro? E portanto, com este mote planeei uma salivante viagem à capital do reino com o único objectivo de degustar bolas de Berlim até ficar com dores…

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